Arquivo para a Categoria ‘Viagens e Turismo’

Qual é o seu luxo?

mercado luxo cbn milton jung

Por Ricardo Ojeda Marins

Artigo publicado no Blog do Milton Jung (Rádio CBN)

Natal e Réveillon. Esse período de fim de ano deixa as pessoas numa correria maluca. Seja para quem tem viagem planejada ou para anfitriões de ceias de Natal e  grandes festas de Ano Novo. Muitos aproveitam o momento e fazem promessas  e  planos para o novo ano. Os que se permitem preferem a auto-reflexão – e eu, particularmente, estou entre estes  porque acredito que o autoconhecimento é capaz de nos fazer evoluir de forma incrível.

Durante o ano, falamos bastante de diversos segmentos do mercado do luxo ao redor do mundo. Produtos, serviços, experiências, conquistas e frustrações…e na minha reflexão fui levado a pensar no significado do luxo para mim,  independentemente dos conceitos com os quais trabalhamos quando falamos de negócios e comportamento.

Pra mim, cada vez tem mais valor o tempo. Ou melhor, ter tempo para estar com as pessoas que gosto, amo e admiro. Tempo para viajar, descansar ou, simplesmente, refletir como faço agora! Conhecer novos destinos, mas também aproveitar o tempo para redescobrir, sob novos olhares, aqueles que já tvisitei. Tempo para dedicar ao meu bem estar.

Gostaria de aproveitar e convidar você, leitor do Blog do Mílton Jung, para compartilhar conosco o que é luxo para você! Uma viagem? Um bem material? Uma sensação?

Qual é o seu luxo?

Enquanto você pensar sobre isto, desejo a todos um 2015 maravilhoso e repleto de conhecimento, sabedoria, paz, amor e sucesso!

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung

Irlanda terá trem de luxo da rede Belmond, em 2016

belmond irlanda

Por Ricardo Ojeda Marins

Artigo publicado no Blog do Milton Jung (Rádio CBN)

O turismo de luxo na Irlanda ganhará, em 2016, nova experiência, ideal para os que desejam admirar as belas paisagens do país em viagem de trem com conforto e sofisticação. Experiência, aliás, assinada pela renomada Belmond (antiga Orient-Express), rede que reúne hotéis, viagens de trem e outros produtos de luxo no mundo. No portfólio da marca estão o Copacabana Palace (Rio de Janeiro), Villa San Michele (Florença) e o tradicional Hotel das Cataratas (Foz do Iguaçu). A Belmond adquiriu alguns vagões da companhia ferroviária irlandesa, que serão transformados em cabines de luxo com capacidade para até 40 passageiros em 20 elegantes cabines.

O projeto inspira-se na arquitetura georgiana de Dublin, capital da Irlanda, mantendo a herança cultural do país com um toque contemporâneo. Seus passageiros poderão escolher a partir de uma seleção de dois, quatro e seis noites de viagens que incluem destinos na Irlanda e na Irlanda do Norte (Reino Unido). Cidades como Dublin, Belfast e Cork farão parte do roteiro repleto de história, cultura e campos de golfe da região que foi berço de lendários escritores, músicos e artistas.

Essa viagem de trem não é o primeiro produto da rede no segmento. A Belmond transporta passageiros para outros destinos da Europa, além de Ásia e América do Sul. Seus hotéis também são luxuosos, muitos deles em propriedades que reúnem a tradição e história de seus destinos, porém seguindo as tendências do mercado do luxo contemporâneo, onde tudo é feito sob medida para cada cliente, atendendo-os de forma singular e que promova experiência memorável.

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Small Luxury Hotels of the World lança residências privativas

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Por Ricardo Ojeda Marins

Artigo publicado no Blog do Milton Jung (Rádio CBN)

Turistas de alto poder aquisitivo ao redor do mundo cada vez mais buscam algo que vai muito além de hotéis elegantes ou destinos urbanos. Desejam viver experiências memoráveis e inusitadas, capazes de atender não apenas às suas necessidades particulares, mas também aos seus sonhos. A privacidade e a intimidade são itens cada vez mais valorizados por esses consumidores tão exigentes. Seguindo essa tendência, a Small Luxury Hotels of the World (SLH), rede que reúne exclusivos hotéis de luxo em mais de 80 países, criou agora o Private Residences by SLH: residências que oferecem aos clientes o serviço personalizado de um pequeno hotel de luxo com o espaço privado de “villas”, chalés em destinos de esqui, propriedades diversas e iates, tudo selecionado rigorosamente, com opções que variam de tamanho. Há casas com dez quartos, por exemplo, perfeitas para grupos de amigos ou familiares que buscam passar férias ou comemorar algo especial. Os destinos são muitos, como Mykonos, Bali, Filipinas, Maldivas e outros.

Além de incontestável privacidade, essas residências oferecem estrutura que inclui facilidades e serviços cinco-estrelas: a sensação do luxo de ser hóspede em sua própria casa. Afinal, são casas reservadas por completo, ou seja, cada propriedade será habitada exclusivamente pelos clientes que fizerem a reserva. O tempo também tem valor importante, uma vez que hoje muitos consumidores tem poder de compra, mas não têm tempo de usufruir e, em viagens assim, há uma liberdade e flexibilidade maiores, uma vez que o cliente decide a hora de seu spa, por exemplo, diferentemente de um hotel de luxo, onde alguns serviços têm períodos de funcionamento.

A palavra-chave para atender esses clientes é customização. Cada um tem necessidades e gostos peculiares e busca algo feito sob medida, diferentemente de pacotes ou roteiros prontos. O viajante de luxo hoje almeja o produto “feito para ele”, para as suas necessidades e desejos específicos, sempre com segurança, privacidade e conforto.

E você, já escolheu o seu próximo destino?

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Nova York ganha novo hotel de luxo: Park Hyatt

park hyatt new york

Por Ricardo Ojeda Marins

Artigo publicado no Blog do Milton Jung (Rádio CBN)

Manhattan, incontestavelmente, é símbolo do luxo, moda, gastronomia, arte e cultura. No segmento do turismo de luxo, seus hotéis são prestigiosos e desejados, além de cena de filmes de sucesso. Há apenas alguns dias, a Big Apple ganhou um novo hotel: o Park Hyatt New York, da rede mundial de hotéis Hyatt.

Localizado na rua 57, entre as avenidas Sexta e Sétima, o luxuoso hotel fica a apenas alguns passos do Central Park e da badalada Quinta Avenida. Superlativos não faltam para definirmos o luxo e experiência que o hotel envolve. É o primeiro Park Hyatt (bandeira de alto luxo da rede Hyatt) na cidade, e o primeiro hotel de luxo inaugurado em Manhattan nos últimos anos, além de ocupar um dos edifícios mais elegantes da cidade – One57, projetado pelo arquiteto Christian de Portzamparc.

Se antes o Park Hyatt Tokyo (Japão) era o mais fomoso da rede, a unidade de Nova York certamente não ficará atrás. Seus quartos, projetados por Yabu Pushelberg, possuem decoração sofisticada em tons claros, peças de galerias de arte, além, é claro, de todos os itens de tecnologia modernos. E fica na cidade que nunca dorme, que sempre traz de volta seus visitantes por inúmeras vezes.

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O serviço e a experiência são importantíssimos no turismo de luxo, e hóspedes do hotel contam com o Spa Nalai, que fica no 25º andar do edifício – perfeito para quem procura cuidar do corpo e da mente após um dia de compras, passeios e cultura em Nova York. Os amantes da alta gastronomia contam com criações tentadoras, todas sob a supervisão do Chef Sebastien Archambault. Além do público alvo a lazer na cidade, o hotel estende seu luxo também para as áreas corporativas e de eventos de empresas, tendo uma estrutura excelente até mesmo para casamentos.

Claro que o luxo em si não anda sozinho. A personalização, o encantamento, a forma única de tratar cada hóspede é que fará a diferença para cada cliente. Afinal, o luxo deslocou-se para o subjetivo universo do consumidor, repleto de sentimentos, necessidades e valores que envolvem especialmente o bem estar das pessoas e a sensação de sentir-se único.

Nova sala VIP em NY, velhos problemas em Guarulhos

centurion lounge amex

Por Ricardo Ojeda Marins

Artigo publicado no Blog do Milton Jung (Rádio CBN)

Já falamos em alguns de nossos artigos aqui no Blog do Mílton Jung sobre cartões de crédito de luxo. Seletivos e cobiçados, esses cartões oferecem, entre seus principais benefícios, salas VIPs em aeroportos ao redor do mundo. Há apenas alguns dias, a American Express, que tem um dos cartões mais elitizados do mercado, abriu nova sala VIP no Aeroporto La Guardia, em Nova York.

A entrada para o Centurion Lounge, localizado no Terminal B, possui mais de 400 metros quadrados, elegantes e modernamente decorados, sendo cortesia aos associados The Platinum Card e Centurion Card, e seus familiares, ou até dois companheiros de viagem. Associados de outros cartões da bandeira American Express podem comprar o acesso ao lounge por um dia mediante o pagamento de USD 50. As comodidades incluem mimos como criações gastronômicas de Cédric Vongerichten – chef executivo no prestigioso restaurante Perry St, coquetéis e vinhos premium, espaço com acesso a internet, assessoria a clientes para reservas com restaurantes, companhias aéreas, hotéis e outros.

Impossível não compararmos o novo espaço com a sala vip da Amex no Aeroporto de Guarulhos (SP). Seja pelo que observei em minha últimas passagens pelo Centurion Lounge de GRU Airport seja pelo que leitores e amigos descrevem, é triste dizer que o serviço vem decaindo consideravelmente. Sala cheia, espaço Kids lotado de pessoas (adultas) sentadas no chão, demora na reposição dos alimentos, demora na limpeza das mesas;  enfim, nota-se que o serviço está muito longe da excelência que promete e distante do conceito que se busca: ser impecável. Para um cartão cuja anuidade é R$ 1.200, impecável é o mínimo que todo cliente espera de um atendimento. No Brasil, desde 2006, a marca American Express está sob os cuidados do Banco Bradesco.

Programas de milhagem não estão à altura do luxo a bordo

luxo companhias aéreas

Por Ricardo Ojeda Marins

Artigo publicado no Blog do Milton Jung (Rádio CBN)

A primeira classe em aeronaves é um mundo repleto de benefícios e mimos a bordo. Um luxo, vale lembrar, acessível a uma minoria de consumidores exigentes e dispostos a desembolsar alguns milhares de reais por seus bilhetes. Tudo pelo conforto, boa gastronomia, amenidades especiais e, é claro, boas noites de sono em um espaço muito maior do que as demais classes de voos.

As companhias aéreas não medem esforços em exceder as expectativas de seus clientes. Algumas se superam quando o assunto é a excelência do atendimento a bordo, oferecendo requintes como cabines particulares, menus assinados por chefs renomados, bebidas premium, lençóis de seda, pijamas, travesseiros e amenidades com assinatura de grifes renovadas.

Porém, muitas vezes, o luxo proporcionado a bordo infelizmente não se estende no relacionamento com o cliente. Se falarmos especificamente sobre os programas de fidelidade, onde os clientes acumulam pontos que podem ser trocados por viagens no Brasil e no exterior, nota-se que há um verdadeiro desafio para muitos clientes, independentemente da classe em que voam, poderem efetivamente trocar as milhas por viagens. Os programas de milhagem estão cada vez mais restritos quanto ao uso dos pontos e com mudanças em suas regras. Há muitos períodos em que não compensa para o cliente emitir bilhete com pontos, pois a quantidade exigida é exacerbada.

Outra questão, digamos, antipática das companhias aéreas são as cobranças por remarcações e cancelamento de bilhetes emitidos com pontos (e emitidos sem pontos, também). Chega-se a pagar perto de 200 dólares, dependendo da companhia, para remarcar um bilhete. Lamentável, pois o cliente percebe sua pontuação (ou deveria perceber) como um dos principais benefícios que ele obtém ao usar a empresa aérea. Porém, benefício que está cada vez mais difícil de ser usufruído e gera frustrações para muitos consumidores. O cliente, independentemente de ser um consumidor AAA, certamente sente desconforto ao ter que desembolsar valores apenas para remarcação de uma passagem. O encantamento adquirido pelo atendimento a bordo pode ser levado por água abaixo, e até mesmo alterar a imagem da empresa perante seu consumidor.

Cortar benefícios no cartão é cortar relacionamento com cliente

Mastercard black visa infinite bradesco prime

Por Ricardo Ojeda Marins

Artigo publicado no Blog do Milton Jung (Rádio CBN)

O Banco Bradesco Prime enviou a seus clientes correspondência impressa informando mudanças no programa de fidelidade dos cartões de crédito, especificamente para os cartões Mastercard Black e Visa Infinite, destinados ao público de alta renda. As mudanças foram para beneficiar o cliente? Ganha um ponto quem acertar a resposta: não, claro que não. Cortaram benefícios e um dos principais: a pontuação conforme o uso do produto.

No início da emissão desses cartões pelo banco, há alguns anos, os clientes recebiam 2,2 pontos para cada um dólar americano (ou o equivalente em reais) gasto no cartão. Em 2013, já havia tido uma mudança para pior: o banco passou a exigir um valor mínimo de R$ 4 mil a serem gastos na fatura mensal para manter os 2,2 pontos para o Visa Infinite, e dois pontos para o Mastercard Black. Para clientes com fatura mensal abaixo desse valor, o benefício diminuía: dois pontos para Visa Infinite e 1,8 para o Mastercard Black.

Agora, o banco efetuou mudança ainda pior. A partir de primeiro de setembro próximo, clientes Visa Infinite e Mastercard Black terão apenas 1,8 pontos para cada um dólar americano (ou o equivalente em reais) se tiverem gastos mensais de até R$ 9 mil, e somente com gastos acima desse valor terão 2 pontos, e não mais 2,2. Além disso, transações como saques (no Brasil e no exterior), encargos e juros lançados nos cartões deixarão de ser pontuados. Clientes novos já não mais terão os benefícios automaticamente, e deverão realizar cadastro no site do banco.

Diminuir qualidade e benefícios de produtos e serviços é lamentável. No mercado premium e luxo, ainda mais. Trata-se de segmento no qual clientes são cada vez mais exigentes e sensíveis a um atendimento que pede, no mínimo, a excelência. São cartões com anuidade por volta de R$ 800 e público-alvo que, além do cartão, normalmente tem aplicações e outros produtos do banco. Ou seja, há relacionamento.A atitude certamente fará clientes reverem sua relação com o banco, principalmente se compararem com empresas concorrentes. Itaú Personnalité, Banco do Brasil e Santander são apenas alguns exemplos onde os clientes Visa Infinite e Mastercard Black recebem dois pontos pelo uso do cartão, não havendo a antipática exigência de gastos mínimos. Já no programa do banco HSBC Premier, associados Mastercard Black recebem três pontos para cada dólar gasto no exterior e dois pontos, no Brasil.

Clientes que se sentirem prejudicados ou, até mesmo, desapontados, devem tomar a decisão que lhe for mais conveniente e confortável: reclamação formal na Ouvidoria do banco, registrar o descontentamento para seu gerente de relacionamento ou, em situação mais extrema, trocar a instituição por um concorrente. Cortar benefícios, me parece, é um golpe na relação cliente e empresa, especialmente porque o mundo contemporâneo exige que as empresas cada vez mais atendam, entendam e encantem.

 


Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

A Copa da Hospitalidade

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Por Ricardo Ojeda Marins

Artigo publicado no Blog do Milton Jung (Rádio CBN)

Como muitos disseram nessa semana pós-Copa, o ano começou. Finalmente. Não há como negar que o Mundial e a ansiedade de esperar por ele tenham se parecido com um “carnaval depois da hora”. Um carnaval pra lá de divertido. E caro, mesmo para os privilegiados que conseguiram comprar ingressos para as partidas. Caro para os que sofreram assaltos e outros tipos de violência. E caro para os que viajaram, se hospedaram e consumiram nas 12 cidades que sediaram os jogos. Diante de muita alegria e festa, não podemos deixar de mencionar aqui o pessimismo pré-Copa do brasileiro. Frases prontas que escutávamos no dia a dia: “imagine na Copa”, “não vai ter Copa” e outras tantas que alertavam para os riscos de um fiasco.

Apesar de todos os problemas sociais e políticos do Brasil, e da seleção não ter sido a vencedora, a Copa foi um sucesso. Dentro desse sucesso, inevitável falarmos e elogiarmos a hospitalidade do Brasil. A hospitalidade não apenas como ferramenta de marketing, na qual os convidados desfrutam dos melhores lugares no estádio e de recepções exclusivas e personalizadas em áreas privativas, mas principalmente na hospitalidade do povo brasileiro que, ao redor do mundo, é conhecido por seu jeito alegre, pronto a ajudar, festejar e colocar-se no lugar do outro, seja para entender o seu idioma (mesmo sem muitas vezes ter a menor noção sobre este) ou para colaborar em uma situação difícil.

Elogios à parte, é inegável também que os serviços ainda precisam ser melhorados, e muito. Com ou sem Copa. A estrutura dos aeroportos, o atendimento de companhias aéreas, a prestação de serviços em restaurantes, hotéis e resorts de luxo ou não. Por mais que muitos estabelecimentos sejam renomados e considerados de luxo, ainda pecam no atendimento. Afinal, não basta boa vontade. É preciso conhecimento e estratégia das marcas e empresas de não apenas atenderem, mas entenderem cada cliente e, principalmente, encantá-los. O desafio está na mão das empresas, para recrutar, capacitar e motivar seu pessoal para oferecer a excelência em serviços.

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Plaza Athénée reabre ainda mais atraente, em Paris

plaza athenee paris reabre

Por Ricardo Ojeda Marins

Artigo publicado no Blog do Milton Jung (Rádio CBN)

O hotel Plaza Athénée, em Paris reabrirá suas portas no dia primeiro de agosto após quase um ano fechado para reforma. O centenário hotel símbolo do luxo parisiense, que já recebeu celebridades como Grace Kelly, Josephine Baker e Jackie Kennedy, estava fechado desde outubro de 2013 para reforma e expansão. O Plaza Athénée faz parte do portfolio de hotéis de luxos da rede Dorchester Collection ao lado de The Dorchester (Londres) e Principe di Savoia (Milão), entre outros. Localizado na Avenue Montaigne, próximo da Champs Élysées,e em meio ao círculo fashion e de negócios da cidade, o hotel não deixou de irradiar o mesmo charme e elegância de sua inauguração, em 1911.

As mudanças no Plaza Athénée incluem seis quartos, oito suítes, salão de bailes e dois espaços para eventos. Tradicional e requintado, sua decoração tem tons de terracota e bronze a seu estilo clássico francês, com design e tecnologia considerados state-of-the-art. Algumas de suas acomodações em suítes são diferenciadas, com decoração contemporânea e mais clara.

A alta gastronomia continua sendo um dos ícones do Plaza, tanto que é supervisionada pelo chef Alain Ducasse. Hóspedes que têm o privilégio de vivenciarem o verão parisiense podem saborear alguns dos coquetéis servidos no La Cour Jardin, localizado no coração do hotel, em um ambiente de paz e serenidade em grande estilo. O hotel conta agora com o novíssimo Instituto Dior, spa da companhia, que oferece tratamento da mais alta qualidade com excelentes profissionais. O Plaza Athénée ainda tem programas especiais para famílias com crianças, oferecendo não apenas a comodidade de quartos conectantes como também amenidades especiais para os pequenos hóspedes como joguinhos, pelúcias, pantufas e outros.

Ah, o verão em Paris…

 

plaza athenee paris luxo

Viagens para celebrar a vida

viagens de luxo

Por Ricardo Ojeda Marins

Artigo publicado no Blog do Milton Jung (Rádio CBN)

Se antes o produto em si era alvo de desejo no mercado do luxo, hoje a experiência que esse produto proporciona ao cliente tornou-se o diferencial. A mudança, para muitos, foi trocar o prazer do “ter” pelo prazer e privilégio do “ser”. O segmento do turismo retrata esse comportamento do consumidor ao redor do mundo. Viajantes de alto poder aquisitivo buscam muito além de hotéis elegantes, destinos urbanos e serviços especiais. São passageiros que almejam viver experiências inusitadas e memoráveis.

As celebrações estão cada vez mais alvo de desejo e são adquiridas por esse perfil de consumidor. São viagens onde o cliente deseja celebrar uma data especial, como aniversário, bodas de casamento, festa de 15 anos da filha, e o que mais você imaginar. Os destinos podem variar e a “temática” da viagem também. Em geral o cliente cria um ambiente privativo para ele e seus convidados, com todas as despesas pagas: fretamento de iate, reserva das suítes em luxuosos hotéis em destinos urbanos, de praia, exóticos…ou uma charmosa Villa na região da Toscana, por exemplo. Para complementar a experiência, é comum o uso de avião fretado. Sem contar que muitos, claro, têm avião próprio.

luxo casamento

Agências de viagens especializadas em roteiros exclusivos como PrimeTour, Matueté, Teresa Perez, Platinum Travel Service e Selections são algumas das que realizam esse sonho de muitos clientes. Cada detalhe dessas viagens é cuidado minuciosamente por um profissional da agência, customizando a comemoração de acordo com os desejos do cliente. Parte aérea, terrestre, serviços no destino, guias bilíngues, serviços de mordomia. Cada detalhe é cuidado para que a festa seja realmente impecável e inesquecível.

A personalização é uma das principais características de um produto ou serviço nesta categoria. O luxo deslocou-se para o subjetivo universo do consumidor, repleto de sentimentos, necessidades e valores que envolvem especialmente o aprimoramento sociológico das pessoas. Para um cliente de alto poder aquisitivo, uma viagem de celebração certamente foi e será memorável para ele e para as pessoas que ama. Afinal, luxo é poder permitir-se vivenciar o que a vida tem de melhor.

E você, qual o seu próximo destino?

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